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Intercâmbio depois dos 40 anos? Confira 8 dicas para sua viagem!

Você conseguiu estabilidade financeira, alcançou seus objetivos profissionais e pessoais, mas ainda assim existe algo incompleto em você? A sua realização pode estar no intercâmbio, mesmo depois dos 40 anos!

Por mais que pareça loucura viver o desconhecido quando a vida já começa a pedir mais tranquilidade, a melhora da qualidade de vida daqueles que experimentam o exterior mesmo que por pouco tempo é visível. Quem garante é o gerente de vendas da SEDA Intercâmbios, Sidnei Santos, que há anos acompanha histórias de intercambistas. “Vejo mulheres, homens, casais e até pais e filhos que deixam tudo para trás para investirem um tempo no exterior e voltam cheios de energia. É como se tivessem recuperado a capacidade de sonhar novamente”, conta.

Se você considera passar um tempo fora do Brasil, mas as preocupações não deixam seu desejo virar realidade só porque você já passou dos 40 anos de idade, veja algumas dicas de quem é especialista no assunto:

1. Não tenha medo do novo idioma

Com o passar dos anos, as pessoas tendem a achar que terão mais dificuldade em aprender uma nova língua e não conseguirão se comunicar.  Claro que isso depende de cada um, mas não é uma regra. “As pessoas mais maduras têm foco em seus objetivos, diferente de muitos adolescentes e jovens. São as pessoas que mais participam das aulas, estudam e aproveitam mais o que o país tem a oferecer, afirma Sidnei.

2. Esteja aberto a conhecer pessoas

Amizade no intercâmbio é um ponto de preocupação em qualquer idade. Longe da família e dos amigos, o medo é da solidão. Porém, se você estiver aberto a conhecer outras pessoas, bons amigos não faltarão. Você nunca está sozinho em outro país, tem sempre gente de diversas nacionalidades também querendo ampliar a rede de amigos.

3. Esqueça sua rotina

O sucesso de um intercâmbio depende da sua adaptação ao que é diferente. Então, uma dica importante é deixar de lado os hábitos cotidianos. Os horários de suas refeições podem mudar. Você dificilmente conseguirá dormir ou acordar nas horas que costumava fazer isso no Brasil. “Sair da rotina pode ser um dos maiores desafios para quem já se acostumou a uma vida regrada. Vencendo isso, a pessoa descobre os benefícios de um estilo de vida mais flexível”, reforça o gerente de vendas.

4. Abra mão de alguns confortos

Trocar o carro pelo ônibus ou por caminhadas é o mais comum no intercâmbio. O conforto não se compara, mas os benefícios para o meio ambiente e para a saúde também não. Sem falar na chance de apreciar as paisagens dos lugares novos. O mesmo se aplica para o conforto de casa.

“Cada cultura tem um padrão de moradia e quase todas são bem diferentes das do Brasil. É importante lembrar que abrir mão de conforto faz parte da construção de um resultado positivo para essa experiência. Mas sempre existem opções para quem for mais exigente”, garante Sidnei. É possível priorizar o conforto, mas o custo do intercâmbio sobe em média 30% em relação ao pacote padrão.

5. Aventure-se em atividades diferenciadas 

Alguns dos programas incluem o curso de idiomas, que será combinado com atividades pensadas especialmente para cada perfil. Existem aqueles que intercalam aulas com passeios, viagens mais longas ou visitas a museus, igrejas ou vinícolas. “Pense em algo que sempre despertou seu interesse e junte com o aprendizado do idioma. O intercâmbio não precisa significar voltar a encarar um professor e uma sala de aula a todo tempo”, garante a consultora.

Os pacotes permitem que o intercambistas escolha até mesmo um grupo para se sentir mais à vontade, com pessoas da mesma idade e com objetivos em comum. Existem também destinos bem diferentes dos tradicionais – como Malta e Nova Zelândia, por exemplo.

6. Verifique sua saúde

Uma das maiores preocupações dos intercambistas é com a saúde. Mas não adianta adiar o sonho da viagem com medo de problemas que possam surgir quando se tem mais que 40 anos. Estar em um país desconhecido sem se preparar para as surpresas é o que não pode acontecer.

O primeiro passo é procurar um médico no Brasil antes de pensar no exterior, fazer todos os exames necessários para se certificar de que a saúde está em dia. Depois, é só buscar um seguro de saúde de qualidade e verificar as coberturas – nem todos os seguros protegem você dos imprevistos. Fique atento.

7. Prepare-se para o clima

Faça uma autoavaliação. Descubra se você se adapta melhor ao frio ou ao calor. Pode ser que você seja daquelas pessoas que não suportam mesmo as variações bruscas de temperatura. Depois de ter certeza sobre seu perfil, avalie as características climáticas dos destinos que você considerou para um intercâmbio e, só depois disso, escolha para onde ir. O clima pode ajudar e muito no sucesso ou fracasso da sua experiência no exterior.

8. Procure ajuda profissional

Especialmente se essa for a sua primeira experiência no exterior, procure uma agência de intercâmbio de confiança para receber as orientações na escolha do programa que se encaixará melhor em seu perfil. A ajuda profissional, nesse momento, faz diferença para o sucesso do seu intercâmbio.

Com essas dicas, sua experiência no exterior depois dos 40 será inesquecível!

Fonte: https://www.sedaintercambios.com.br/blog/8-dicas-para-intercambio-depois-dos-40/

Maria disse:

Amei essa publicação

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